sexta-feira, 26 de abril de 2013

Não há mais dúvidas: Eduardo Campos é o novo candidato à presidência


O PSB de Eduardo Campos veiculou na noite ontem (25/04) uma propaganda de 10 minutos no horário nobre da TV, sem dizer que é o futuro candidato à presidência. Nem precisou. Foi dado o pontapé inicial para a corrida ao Palácio do Planalto.

A nova aposta para a eleição presidencial
Governador de Pernambuco, Campos tem sido o principal nome a fazer oposição a Dilma Rousseff para a disputa de 2014. Apesar de ainda não contar com apoio popular, o partido já mostra suas armas, elencando todas as qualidades do governo pernambucano – o mais bem avaliado do país – e das boas administrações do PSB em várias cidades do país.

Curioso notar que o PSB é da base governista, portanto, deveria apoiar a reeleição de Dilma. Mas estamos num país democrático e, claro, esse não é o tipo de amarra que prenda um partido. Esse fato apenas mostra o quanto a base está descontente com o governo irregular que vem fazendo o PT e o quanto a oposição está acomodada – para não dizer avacalhada.

Campos e Lula: bons tempos, idos tempos

O PSDB de dinossauros da política mantém-se no discurso, na falácia, e não se mexe. Faz uma oposição inexistente no país. Não há uma movimentação no campo das ideias que possam fazer o brasileiro médio pensar em outra opção. A disputa fica por conta de acusações – por vezes infundadas – para tentar derrubar o PT e outros. Ledo engano, senhores. Os dois partidos são farinha do mesmo saco, apenas alguns se salvam, incluindo FHC e Eduardo Suplicy.

Aécio Neves: "Ei, estou aqui, votem em mim!"
Enquanto os tucanos resolvem picuinhas envolvendo a permanência – já que foi sumariamente excluído da disputa presidencial – de José Serra no partido e quem deve apoiar o já outrora boa opção Aécio Neves, os outros partidos se organizam e se mexem, como o PSB de Eduardo Campos. Aparentemente bem organizado, mostra que é possível fazer frente ao PT sem descambar para o esdrúxulo, o pequeno, o irrisório.

Já me disse um professor: “a permanência de um mesmo governo por muitos anos é prejudicial à democracia do país”. O PT faz 12 anos no governo, envolto por grandes melhorias (“Nunca antes na história deste país...”) mas envolto por escândalos de corrupção e outras coisas mais. No Estado de São Paulo, o PSDB comanda há 18 anos, já sucateado. Talvez esteja na hora de mudar e Eduardo Campos para presidente se mostra uma boa opção. Vamos ver se o candidato tem fôlego para bater os 79% da aprovação pessoal de Dilma Rousseff. Ou então é bom dona Dilma se preparar:
 
Dilma com cara de "ih, f****!"

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O adeus do papel e as boas vindas (?) dos tablets

O jornalismo brasileiro acompanha as transformações do jornalismo mundial. A canibalização por parte dos novos meios de comunicação – tablets, smartphones e desktops all-in-one com telas touch – estão mudando a forma de se consumir informação em todo o globo. Aqui no Brasil, essas mudanças já começam a surtir efeito.

O "novo" Estadão: o princípio do fim
A praxe, todos os veículos fazem: versões especiais para tablets, aplicativos com mais funções para smartphones, e, o mais básico, versões digitais das versões impressas. Exemplos não faltam: a Editora Globo tem quase todo seu portfolio de revistas dispoível na Banca da Apple, assim como a IstoÉ e a Veja. Os grandes jornais brasileiros seguem o mesmo caminho. Folha e Estadão contam com conteúdos próprios para esses aparelhos, expandindo a cobertura diária do jornal impresso.

Essa digitalização da informação trouxe consequências graves para algumas revistas americanas. Por lá, a tradicional Newsweek deixa de ser impressa para ganhar apenas formato digital. É um fato que observamos como assustador. O impresso está sendo deixado de lado – porém não integralmente substituído – pelo eletrônico e a tendência é cada vez mais jornais e revistas abandonarem o formato tradicional ou até mesmo serem extintas.

O último "JT"
Aqui no Brasil essa tendência é reforçada com dois acontecimentos. No dia 31 de outubro de 2012 foi às bancas a última edição do histórico Jornal da Tarde. Responsável por grandes transformações no jornalismo brasileiro, o JT marcou época com suas grandes reportagens e uma nova forma de dialogar com o leitor, antenado aos novos tempos. Foi exemplo para o novo jornalismo que surgia no Brasil, influenciando outros grandes nomes, como a Folha e o Estadão.

Um outro acontecimento – não tão tortuoso – vem com a reformulação promovida pelo Estadão a partir do dia 22 de abril. O jornal impresso tornou-se mais enxuto, acarretando a demissão de vários funcionários do jornal. A reformulação é pautada pela união de vários cadernos em um só, seguindo uma tendência de jornais menores, porém mais práticos e rápidos para a leitura num mundo cada vez mais sedento por rapidez e agilidade. Vale lembrar que o JT é do mesmo grupo do Estadão.






O jornalismo segue uma aposta que os livros também estão seguindo. Como disse o economista Roberto Luis Troster no “novo” Estadão – uma pequena coincidência, talvez – de ontem no artigo “A revolução de Gutenberg e as reformas brasileiras”: “É difícil prever o futuro do livro. Algumas inovações baratearam o custo de produção e distribuição, possibilitando edições menores e mais baratas. Há também novas formas de divulgação e armazenamento de informações, o que permite antecipar que o número de enciclopédias impressas seja reduzido e o uso de dispositivos de leitura como o Kindle e o iPad aumente. Entretanto, o encanto de um livro impresso bem escrito e encadernado com esmero ainda não tem substituto. Subsistirá”.


Nada substituirá o cheiro do folhear de um bom livro, o cheiro do papel e as mãos sujas de tinta do jornal. A não ser que criem um “app” para isso.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Feliciano, entrevistas e preconceito

Aproveitando-se do baixo nível “intelectual” para quem escolhe dar entrevistas, Marco Feliciano teve um maior espaço no programa “Agora é Tarde”, apresentado pelo humorista Danilo Gentili do que no “Pânico na TV” com Sabrina Sato.

Gentili, que disse ser ex-crente, não tratou Feliciano como um “senhor”, mas também teve momentos de extrema lucidez ao fazer perguntas que qualquer outro jornalista faria. O presidente da (agora importante) Comissão de Direitos Humanos e Minorias levou, aparentemente, numa boa as tiradas do apresentador. Mas ainda assim, apesar de algumas coisas ficarem bem esclarescidas, não concordo com sua postura e muito menos com sua permanência no cargo.

Deixando de lado as denúncias que podem envolver seu mandato – e consequente cassação – como deputado, a sua permanência na comissão (como representante de uma minoria) é prejudicial à democracia do país. Vejamos: é inadmissível um representante de uma minoria presidir este tipo de comissão. Assim como um homossexual, um índio, um espírita ou qualquer outra minoria. Apesar de o trabalho obrigatoriamente ser direcionado a todas, obviamente o parlamentar ali presidindo vai “puxar sardinha” para seu público, afinal foi através desses votantes que se chegou (indiretamente, mas chegou) ao cargo. Não vejo o (mal educado, desbocado) deputado Jean Wyllys advogando em causa dos evangélicos e deixando de lado suas convicções e lutas pelos direitos homossexuais. Assim como Feliciano não vai abrir mão de suas convicções religiosas para defender os gays e seus direitos.

Marco Feliciano defendeu seus ideais e propagou a imensidão de pessoas que concordam com ele, uma auto-propaganda. Disse coisas que são pertinentes: apesar de o brasileiro se dizer progressista, ainda é conservador. Explicou toda a situação que envolveu sua escolha e deixou claro que é um “tonto” nessa história. É errado culpá-lo por estar lá, já que não foi uma escolha pessoal. Foi imposta. E mais: por causa de acordos políticos ele está lá e o partido que o PSC apoiou nas eleições – o PT – hoje, dá as costas. Dilma pode, com isso, perder o apoio político de uma minoria que é cada vez mais grandiosa: o voto dos evangélicos.

Que fique claro: não concordo com sua permanência lá. Não concordo com suas convicções. Mas muito me espanta a maioria das pessoas criticarem um pastor evangélico por posições contrárias aos homossexuais, sendo que o novo papa argentino Francisco disse, quando ainda era cardeal: “O casamento gay é um movimento do diabo” e “Lutar contra o casamento gay é uma guerra de Deus” (IstoÉ, ed. 2261, p. 51). Uma igreja omissa, que não se atualiza, mas mantém uma máscara.  Pior ainda, não há nenhum tipo de manifestação no mesmo nível de impacto, agressividade e falta de educação com outras comissões sendo presididas por deputados corruptos. Não vi ninguém berrando, se beijando, se esguelando, subindo no balcão, atacando, com faixas e cartazes criticando essas afirmações da santidade máxima católica. É mais do que claro o preconceito contra evangélicos vindo de quem critica o preconceito destes contra gays, acusa de racismo, homofobia, etc. Complexo.

Aquela comissão de direitos humanos e minorias, que até pouco tempo atrás (quase) ninguém sabia que existia, hoje é o alvo de um bando de hipócritas, vindo de todos os lados, crenças e escolhas. A estrutura política precisa mudar urgentemente para que possamos viver num país democrático, em que todos tenham direitos e, acima de tudo, respeito.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Opnião: nenhum deles me representa



Enquanto o bicho pega em outras comissões, tão importantes quanto a de Direitos Humanos e Minorias – José Genoíno está prestes a assumir a comissão de Justiça – a comissão de Direitos Humanos continua com seus protestos sem fim, um pastor de declarações polêmicas, pautadas pela religião e uma legião de seguidores e uma outra legião sem fim de contrários à sua eleição para presidir a comissão.

Marco Feliciano divide as atenções com outros que estão à margem da presidência: o deputado Jean Wyllys, homossexual, o pastor Silas Malafaia e o ditador frustrado Jair Bolsonaro. Enquanto o primeiro luta – de forma questionável, assim como os outros – pelos direitos dos LGBT, Malafaia vem do outro lado gritando e Bolsonaro tira sarro, se diverte.

As acusações de racista e preconceitoso dirigidas à Marco Feliciano são válidas. É inadmissível que um parlamentar paute seus conceitos pela religião, afinal o Estado é laico. Como pastor evangélico, tem lá suas crenças – “se não der a senha do cartão, não vale!” – e as coloca acima de tudo. Mas ao assumir a comissão, Feliciano tem enfrentado vários protestos, de pessoas que acham que vão conseguir as coisas a grito. É de uma falta de educação sem fim, de ambos os lados. Talvez Feliciano renuncie. Mas de nada adianta entrar qualquer outro que seja de determinada minoria ou que tenha formação parlamentar pautada por crenças, opções, etc.

Por outro lado temos Jean Wyllys. Um cara que reclama tanto, faz um pandemônio junto com seus ativistas e é tão asqueroso quanto Feliciano. Como achar que a comunidade gay está sendo bem representada? Jean tem sua formação acadêmica, é estudado, etc. Mas o engajamento do deputado é vazio, pautado por uma disussão de “direitos” que todos devemos ter, mas baseada, às vezes, em privilégios.
 
Bolsonaro e Malafaia garantem algumas risadas – como não lembrar da inesquecível placa “queimar rosca todo dia”? de Bolsonaro? – afinal, estão aí para ver o circo pegar fogo. Malafaia grita, grita, grita e... Nada.

O grande problema de uma comissão de direitos humanos e minorias é que ela deve servir a várias dessas minorias, mas jamais presidida por um representante delas. Obviamente cada um vai “puxar sardinha” para o que lhe convém e isso vai contra qualquer tipo de democracia. É algo como “cada um por si e Deus por mim”.





Nem Feliciano, nem Jean, nem Malafaia e nem Bolsonaro. Eles não me representam.

sexta-feira, 22 de março de 2013

E, de novo, a melhor novela é a das 6

Depois de tirar algumas conclusões precipitadas de outras novelas ao analisar somente o primeiro capítulo, esperei duas semanas para falar de “Flor do Caribe”, a nova novela das 6. E tive sorte.

“Flor do Caribe” é a melhor novela no ar atualmente. Elenco afiado, fotografia deslumrante e história bem costurada. O experiente autor Walther Negrão sabe o que faz e lá estão todos os elementos de suas novelas: casais jovens, bonitos, lugares deslumbrantes e um texto leve, próprio do horario. Jayme Monjardim é o diretor e claro, lá estão suas tomadas amplas, paisagens mostradas numa imensidão de cores e beleza.

O elenco é formado por grandes atores. Laura Cardoso, Sergio Mamberti, Juca de Oliveira, Luis Carlos Vasconcellos, Cacá Amaral, Bete Mendes e Angela Vieira são destaques. O Dionísio Albuquerque de Sergio Mamberti é o destaque da novela. Há um tempo afastado, Mamberti só reiteira o quão grande ator é. Laura Cardoso e sua Veridiana parecem saídas de “Gabriela”, só faltando falar “é tudo quenga!”. Juca de Oliveira interpreta o judeu Samuel, que fugiu dos horrores do holocausto quando criança, numa das melhores historias da novela. Além disso, ainda há uma ligação misteriosa no passado de Dionísio e Samuel. Nessa lista de veteranos há ainda Aílton Graça, Rita Guedes e Jean Pierre Noher. A novela ainda contará com Débora Escobar, que viverá um romance com um garoto bem mais novo (Bruno Gissoni).

Ao lado deles, um elenco de jovens protagonistas, com Grazi Massafera, Henri Castelli e Igor Rickli. Esther (Grazi) é a típica mocinha sofredora enganada pelo vilão. A atriz se mostra cada vez melhor e mais madura na frente das câmeras. Cassiano (Henri) é o par romântico, enganado pelo vilão que se diz seu amigo. O ator é o pior dos três, com um desempenho um tanto “canastrão”. Beto (Igor) é o vilão que faz de tudo para ter Esther ao seu lado. Estreante em novelas, Igor Rickli não precisa de muito esforço para demostrar o cinismo do personagem: apenas com as expressões, fica fácil saber o quão dissimulado é.  Completam o elenco Raphael Vianna (faz Hélio, outra história interessante na novela, o conflito entre pai – Donato, personagem de Luis Carlos Vasconcellos – e filho), Buno Gissoni, José Loreto (um dos destaques da novela com o “abestalhado” Candinho), Débora Nascimento, Dudu Azevedo, Max Fercondini e Thiago Martins.

Acima, Rio Grande do Norte. Abaixo, Guatemala. Um convite
visual para uma historia bem costurada.

“Flor do Caribe” é um deleite visual. Imagens paradísiacas do Rio Grande do Norte e do Caribe são mostradas sem dó. A história já foi vista em outras novelas, mas a embalagem aqui é muito melhor. Estreou com apenas 18 pontos, já que tem a missão de reerguer os índices deixados pela ótima “Lado a Lado”. Em sua 2ª semana, já atingiu 21 pontos. A história tem fôlego, tem apelo visual (pelo elenco e paisagens) mas ainda peca no ritmo lento típico de novelas das seis.

sábado, 9 de março de 2013

A semana em revistas



Esta semana, a linha editorial das grandes revistas em circulação no Brasil nunca foi tão escancarada.

Marcada pelas mortes de Hugo Chávez e Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., as revistas obviamente apostaram nestes temas. Nota-se a clara e evidente posição de cada uma em relação a ideais políticos.

A Carta Capital, pendente à esquerda, traz uma capa de Hugo Chávez com as cores da bandeira venezuelana e o título “A morte de um líder”.

A Época (Editora Globo) optou por uma capa mais marcante, com a face de Chávez em preto e branco, recortada pela metade. O título é neutro e mostra a grande e atual preocupação do país: “Depois de Chávez”.

Já a Veja, notadamente de direita, escancara: “Chávez: a herança sombria” e, para arrematar, o título da reportagem é tão pesado quanto: “A maldição da múmia”. 
 
  
A Istoé optou por outro caminho, diria até imprevisível – talvez mais chamativo para nós, brasileiros – ao abordar a morte de Chorão e uma entrevista exclusiva coma ex-mulher do cantor, Graziela Gonçalves.

As três primeiras optaram pelo ditador e populista ao contar suas mazelas e benfeitorias. Hugo Chávez foi um líder notável, à sua maneira, cometeu pecados e glórias de um líder que ambicionava revolucionar a América Latina. Chávez, que não queria morrer, deixou a vida para entrar na história: será embalsamado e ficará à exposição. Morre o ditador, mas vive o mito.

Interessante a posição da Istoé ao abordar a morte de Chorão. Aparentemente algo do showbiz, do entretenimento, a morte do vocalista só mostra um dos graves problemas do país: o consumo desenfreado de cocaína. Tomara que com a infeliz morte de Chorão, que tinha milhões de fãs e seguidores, se torne exemplo para que esses mesmos fãs e seguidores não sigam esse caminho.

Para nós, brasileiros, pouco importa a morte de Chávez. Chorão deixa o exemplo e mais que isso, a música e o amor. Coisa que nenhum ditador consegue.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Facebook, post-mortem e herois



Vamos brincar de democracia?

Usando o bom senso, não uso o “feice” para grandes textos. Uso este espaço e deixo o link lá. Clica e lê quem quer.

(se você está abalado com a morte do Chorão, pare por aqui. Minha intenção não é ofender ninguém.)

E você (s) inundam a minha timeline com homenagens, músicas e clipes do Chorão (ou de qualquer outra personalidade que morre na era pós-facebook).

Que procurou e achou o proprio destino. Falo por experiência propria, vivida em casa.

E eu, com a mesma liberdade, tenho o direito de não gostar desse cantor e sua banda.

Assim como vocês também criticam coisas que outros gostam.

O fato d’ele morrer e “brotar” fãs não me incomoda. Afinal, é só morrer para virar ídolo.

Tenho o direito de não endeusar um cara que se entitula “vagabundo, porra!” (palavras dele).

Não tenho culpa se não marcou minha infância e adolescência.

E, mais óbvio ainda, isso não faz de mim um louco. Cada um ouve o que quer, certo?

Os seus “herois” morreram. Estão lá Chorão, Renato, Cazuza.

Respeito suas obras e importância na música brasileira, inegáveis. Até uso um trecho de uma música do cbjr em um dos meus álbuns.

Mas não gosto da personalidade. Não mesmo. Fui a um show do cbjr e foram 20 minutos de ladainha, discurso barato de quem quer ser o revolucionário cantor de outros tempos.

Não gostar não faz de mim (e de alguns outros) um imbecil, mesmo que as pessoas pensem assim apenas por não gostar dos seus "ídolos".

Numa era em que a foto do corpo estirado no chão é exposta livremente em todos os sites, não me surpreende as reações inflamadas e extremas de quem gosta da personalidade.

Não existem distâncias no m(s)eu novo mundo.